"Magoar alguém é transferir para outrém a degradação que temos em nós." (Simone Weil)

"Nada encoraja tanto ao pecador como o perdão." (William Shakespeare)

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MINHAS PÉROLAS

sábado, 12 de agosto de 2017

MÁGOAS NÃO PERDOAM (O castigo foi feito para melhorar aquele que o aplica — Friedrich Nietzsche)


Crônica

MÁGOAS NÃO PERDOAM (O castigo foi feito para melhorar aquele que o aplica — Friedrich Nietzsche)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

           Hoje, sexta feira, avaliei a semana e concluí que a comunicação nas relações de trabalho ficaram suscetíveis à carga emocional forte e que puderam comprometer a eficácia das ações coletivas. Fiquei obcecado em um buraco negro! Ninguém me propôs uma divisão de tarefas, para amenizar meu estresse! E aqui estou, considerando a falta de lazer, então encontro vários motivo para me queixar. Embora, eu prefira compreender como uma possibilidade de transformação, o encontro amoroso, que tentei amadurecer, não deu certo. Não vou me apegar às mágoas, talvez na próxima semana dará certo. Se você cair, eu a levantarei. Coisa difícil não vem de Deus, não está madura!
            De uma coisa tenho certeza: quem faz o momento agradável é a gente! O certo é evitar erros, perdão é ilusão, nunca esquecemos da ofensa ou de nos esquecermos de esquecer a cicatriz! A prontidão do perdão, viabiliza a repetição do erro. Por isso, não se perdoa completamente, nem deve restaurar a confiança! Sim, quando perdoamos, assumimos as consequências pelo outro e damos outra oportunidade para a prática do mesmo ato, dessa vez patrocinado. A pessoa não se dá conta que é um erro se não ver as consequências fazerem arder sua pele. Como diz,  Sally Grazi: "O perdão é um ente obscuro... se perdoa sem completamente perdoar!"
           Depois de um tempo, tentamos lembrar o rosto das pessoas e só vemos a face do seu amor. Se há ódio, tornar-se-á apenas mais ódio. Odiei e fui odiado, tal basta para o meu túmulo. O medo é a raiz da violência, a vingança nos liberta da perseguição, pois é moeda de troca. Paz só com guerra. Anjos matam réu...      
Kllawdessy Ferreira

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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 02/11/2016

Reeditado em 12/08/2017
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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Professor nota zero — Por Gilberto Dimenstein


Texto
Professor nota zero
Por Gilberto Dimenstein

Dos 214 mil professores que se submeteram à prova da Secretaria Estadual da Educação de São Paulo, 3.000 tiraram zero: não acertaram uma única questão sobre a matéria que dão ou deveriam dar em sala de aula. Apenas 111, o que é estatisticamente irrelevante, tiraram nota dez. Os números finais ainda não foram tabulados, mas recebo a informação que pelo menos metade dos professores ficaria abaixo de cinco. Essa prova tocou no coração do problema do ensino no Brasil, o resto é detalhe.

Como esperar que um aluno de um professor que tira nota ruim ou mediana possa ter bom desempenho? Impossível. Se fosse para levar a sério a educação, provas desse tipo deveriam ser periódicas em toda a rede (assim como os alunos também são submetidos a provas). Quem não passasse deveria ser afastado para receber um curso de capacitação para tentar se habilitar a voltar para a escola.

A obrigação do poder público é divulgar as listas com as notas para que os pais saibam na mão de quem estão seus filhos. Mas a culpa, vamos reconhecer, não é só do professor. O maior culpado é o poder público que oferece baixos salários e das universidades que não conseguem preparar os docentes. Para completar, os sindicatos preferem proteger a mediocridade e se recusam a apoiar medidas que valorizem o mérito.

O grande desafio brasileiro é atrair os talentos para as escolas públicas --sem isso, seremos sempre uma democracia capenga. Pelo número de professores reprovados na prova, vemos como essa meta está distante.


Gilberto Dimenstein, 60 anos, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u500752.shtml
Kllawdessy Ferreira
Enviado por Kllawdessy Ferreira em 08/08/2017
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sábado, 5 de agosto de 2017

DEBAIXO DA SOMBRA ("Disse a flor para o pequeno príncipe: é preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas."—Antoine de Saint-Exupéry)


Crônica

DEBAIXO DA SOMBRA ("Disse a flor para o pequeno príncipe: é preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas."—Antoine de Saint-Exupéry)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

             Hoje, seria um Sábado para arrumar a casa, nunca me senti tão indisposto, assim com baixa vitalidade. Não tive coragem para comprar nada, envolver-me com mulher, amigos ou familiares. Nem com problemas alheios. Eu estou inadequado para me sentir emocionalmente responsável pelos outros. Não pude me mostrar acolhedor, generoso e cuidadoso com o bem-estar das pessoas que me cercam. Na verdade, estou me debatendo com maus sentimentos, pressentimentos ruins e situações meio tensas, descontando nos outros meus erros! Aí uma amiga virtual me diz que sou bom e experiente, mas, quando saio das sombras já é tarde, e o sol dá câncer.
           Como posso ser diferente, se carrego comigo as cicatrizes de três erros capitais: Escolhi mal meus casamentos, foram dois que só me revelaram que casar não é de Deus; Escolhi mal a religião, porque me deixei levar por pastores enganadores, agora descrente na Bíblia; escolhi mal a profissão, expulso da igreja, concursado na educação, porque não me disseram que a educação separa os homens?
          Porém a pergunta que faço insistentemente, pois algo muito me incomoda atualmente, é esta: Porque um homem faz o outro sofrer?  "Disse a flor para o pequeno príncipe: é preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas." (Antoine de Saint-Exupéry). Mas, eu tenho que suportar muitas larvas e ver poucas borboletas.
           Mesmo assim, devo concordar com as determinações do destino, pois, neste mundo, é muito caro cinco segundos de orgasmo e ninguém reclama.
Kllawdessy Ferreira


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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 02/11/2016

Reeditado em 05/08/2017
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sábado, 29 de julho de 2017

AO CAMPO SANTO ("Mas a poeira é só a vontade que o chão tem de voar". Rita Apoena)



Crônica Filosófica

AO CAMPO SANTO ("Mas a poeira é só a vontade que o chão tem de voar". Rita Apoena)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

           Hoje, no clima do último fim de semana das férias! Já prelibando, pelas evidências, um momento inicial em que questões complexas vêm à tona do ambiente profissional, que pode comprometer o entendimento com colegas de trabalho e a condução dos desafios coletivos. Estou planejando aqui como superar diferenças pessoais em prol do todo. Foi-se o prazer, a liberdade e agora só entrega.
           Então, estou atento a meu comportamento para começar bem, Planejei cuidadosamente os passos que seguirei daqui a diante, mas não quero ficar só focado nas conquistas pessoais. Estou tentando que meus projetos incorporarem algo que seja útil à comunidade, ou pelo menos que seja algo benéfico ao grupo ao qual pertenço. Estou atravessando uma fase de questionamentos a respeito da vida, sobretudo ao confrontar meus desejos e insatisfações. Quem sabe organizando as atividades cotidianas me ajudará a pôr em ordem não apenas a vida prática, como também minhas ideias. Interessa-me compreender a raiz dos problemas. Pois, tenho problemas com chefes e com prazos.

             Concentrado aqui em meus aposentos, porque venta persistentemente lá fora, e aqui dentro o telhado empoeirado suja minha vida. Assim fertiliza melhor os meus assuntos, não há motivo para não fluírem o bastante! O amanhã, talvez nem posso tê-los, entretanto vou agendá-los, tentado ganhar tempo, preocupando-me com o  que realmente importa: a morte. Já que a morte leva todos os projetos das gente,  agora, permita-me desviar o assunto, para o estado dos defuntos: pó. Quantas pessoas não estão no meu telhado, procurando o tal "campo santo"! Com certeza vou ter mais um dia para viver, e menos um para a morte é infalível me achar. Meu corpo já pode sinalizar alguns desconfortos, sobretudo, eu nunca vou me esconder da realidade, pelo contrário, já estou pronto. Não se esqueça do meu epitáfio: — "Não fui eu quem morreu, pois existo em tudo que restou de mim, e tu me percebes, mas, foste sim tu quem morreu para mim, não posso te perceber". E assim executo meus projetos do ontem.
Kllawdessy Ferreira

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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 01/11/2016

Reeditado em 29/07/2017

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quarta-feira, 26 de julho de 2017

SO(CORRO) POR DESCANSO (Em meio ao sofrimento intenso, A morte parece um refrigério —Joilson Santiago)


Crônica

SO(CORRO) POR DESCANSO (Em meio ao sofrimento intenso, A morte parece um refrigério —Joilson Santiago)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

             Eu estava oprimido entre uma pena e outra, pensando quando vou ter um bom momento profissional, ser reconhecido no trabalho pelas minhas realizações e minha dedicação!!! Realmente estava puxado, vivia dosando o esforço e controlando a ansiedade. Mas, bastava só um momento de racionalidade, no qual clamei por serenidade e força interior! Percebia que estava surgindo uma fase propícia a fazer escolhas importantes, pois meu senso de oportunidade se elevava e quando é assim, me conduz rumo a caminhos promissores. Ainda que piorar não tinha mais jeito. Devia está chegando meu momento de oportunidades. Tinha que acreditar, vou ser mais racional e objetivo nas conversas que tratam dos recursos emocionais e financeiros de minhas relações. Tenha cuidado por mim também.
             Nesse contexto, pedi averbação do tempo de serviço, dos meus cinco anos de trabalho, no regime pró-labore, na escola pública estadual (Processo: 201700006015643), tentando uma aposentadoria. Aguardar não é o problema se aposentadoria de professor, só após 30 anos de trabalho, estou treinado. Pois, demora sair das gavetas!
           Ah, sim, também pedi minhas licenças-prêmio que nunca requisitei (com o processo: 201700006012604). A cada quinquênio conquistei uma licença-prêmio de 3 meses. Depois de 20 anos ininterrupto de trabalho concederam-me duas. Estou sorrindo para as paredes. Preciso descansar um pouco. Como é difícil tomar posse dos direitos conquistados, já estou pensando nas duas que ficaram para trás, quando vão me concedê-las? Se a averbação for deferida, meu retorno ao labor para completar os 30 anos e o trabalho requerido, não cansará tanto. Certamente vou precisar de muita disposição e persistência para correr atrás de documentos como uma bolinha de pingue-pongue ou ter a resistência de muriçoca levando raquetada elétrica.
           Eu já tinha, na euforia, formulado estas palavras de agradecimento e publicado isto sobre minhas licenças-prêmio despachadas: "Foram muitos indeferimentos e justificativas injustas, mas, finalmente, o Anjo apareceu e me jogou no tanque da cura. Obrigado, meu diretor, Edmar, pela eficiente intermediação! Valeram meus praguejamentos anteriores. Ou terei de repeti-los para conseguir o restante?
http://claudeko-claudeko.blogspot.com.br/2013/12/a-licenca-premio-do-professor-e-o.html
           Agora, emendaram minhas licenças-prêmio com as férias, por exemplo, vou esquecer que existe um tempo e não vou contar os dias da vida! Adotarei um despertador que me acorde com elogios, beijos e abraços, ao invés de barulho. Todavia me conheço muito bem, se estou no trabalho reclamo por féria, se estou de folga, quero votar a trabalhar. E, então, cabe aqui muito bem o poema: "Meu Orgulho" do Poeta Lima:
"O sono fecha meus olhos
Me obrigando a dormir
Quero ficar acordado
Mas não tem para onde ir
Não importa para onde eu vá
Que seja longe daqui
Faço o que tem de fazer
Sigo o que tem de seguir
Quero viver de verdade
Com direito a ter prazer
Sentindo orgulho de mim
De tudo que eu possa ter."
Kllawdessy Ferreira

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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 01/11/2016
Reeditado em 26/07/2017
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sexta-feira, 7 de julho de 2017

LEMBRANDO-ME DOS QUE ME ESQUECERAM (Charles Bukowski: "Posso viver sem a grande maioria das pessoas. Elas não me completam, esvaziam-me.")


LEMBRANDO-ME DOS QUE ME ESQUECERAM (Charles Bukowski: "Posso viver sem a grande maioria das pessoas. Elas não me completam, esvaziam-me.")

Por Claudeci Ferreira de Andrade

           Linda, Vânia Dourado, muito agradecido, minha querida, que bom que lembrou! "Os iguais se protegem". Certamente seja por isso que ninguém mais lembrou de MIM em mais este meu aniversário, deve ser por que são tão diferentes de mim, não sabendo eles que "A moral é uma, os pecados são diferentes." (Machado de Assis). Meus 58 anos, talvez os últimos, digo isso, pois sempre me preparo para o pior, e tudo que vier será lucro. Mas, nunca me esquecem nas "vaquinhas" para comemorar o aniversário dos outros. São dez reais para lá, cinco para ali e no final do ano, meu dízimo tomou rumo "nobre". (riso). Agora me ocupo em responder as centenas de mensagens dos meus amigos virtuais. Sim pelos menos esses me confortam. Será por que os colegas de trabalho, por está em férias se esqueceram de mim! Nem fazem parte do meu Facebook para que o aplicativo os lembrasse. Mas não! De quebra, depois deste desabafo, sinto-me também vingado dos que se esquecem de mim pela a quinquagésima oitava vez! Aqui cabem, perfeitamente, em minha boca, as palavras de Charles Bukowski: "Posso viver sem a grande maioria das pessoas. Elas não me completam, esvaziam-me."
            Todavia, eu as compreendo, é que a maioria das pessoas adotam o esquecimento para vingar-se do indesejado: ignoram uns aos outros. Já dizia sabiamente Alfred de Musset: "Na falta de perdão, abre-te ao esquecimento." Porém devemos priorizar o que disse positivamente, sobre esquecer-se, Benjamim Franklin: "O esquecimento mata as injúrias. A vingança multiplica-as." O lado favorável de tudo isso é que precisamos esquecer para viver. Então vamos nos conciliar no pensar de Machado de Assis sobre este tema: "Esquecer é uma necessidade. A vida é uma lousa, em que o destino, para escrever um novo caso, precisa de apagar o caso escrito."
            Não estou chateado, não, também tenho me esquecido de muitos! E nessa circunstância, coloco-me como o personagem, Doutor Lucas falando a Lucrécia, do Romance de Clarice Lispector, A Cidade Sitiada:
           "— Não sei qual é a minha culpa mas peço perdão.
            — A luz do farol revelou-os tão rapidamente que não se puderam ver. — Peço perdão por não ser uma "estrela" ou "o mar" disse irônico — ou por não ser alguma coisa que se dá, disse corando. Peço perdão por não saber me dar nem a mim mesmo — até agora só me pediram bondade — mas nunca que eu... — para me dar desse modo, eu perderia minha vida se fosse preciso — mas peço de novo perdão, Lucrécia: não sei perder minha vida." (Pág. 116).

           Afinal, eu também, peço perdão a mim mesmo: depressão não é doença é sim falta de fé! Se por acaso, eu morrer com meus 58 anos de idade, aqui fica meu último desejo que não se esqueçam que também me esqueci de vocês. E ainda sem fé, se você insistir que eu acredite em seu perdão, deveria eu morrer em paz? É uma crônica de despedida sem querer me despedir ...


Enviado por Kllawdessy Ferreira em 07/07/2017
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sábado, 1 de julho de 2017

UM DUPLO DESPERTAR ( Nada é perder tempo, tudo vale a pena se souber aproveitar!)


Crônica

UM DUPLO DESPERTAR ( Nada é perder tempo, tudo vale a pena se souber aproveitar!)

Por Claudeci Ferreira de Andrade

               Hoje, sábado pela manhã, gosto de estar aqui, e a dinâmica da vida não me deixou dormir mais um pouco. Ainda deitado, com os olhos fechados, costumo dar atenção especial ao planejamento da rotina e avaliar possíveis mudanças, implementando um plano para o dia. De repente, senti uma sacudida vinda de fora, COM CERTEZA É um chamado ao movimento. Então mexeu comigo, com o meu emocional, porque estou ansioso, sentido um misto de surpresa e desapego, eram as testemunhas de Jeová batendo em meu portão, e isso também repercutiu no meu projeto de vida! INTERROMPIDO!
             ACORDANDO MELHOR, COMPREENDI, acho que fui impulsionado por um anjo para o caminho certo, convidaram-me a estudar a Palavra de Deus! Nossa! Agora só devo segui-los sem medo e com confiança, pois alcançarei o sucesso desejado: Assim me disseram. Entretanto o que eles não entenderam  era que eu  estava apenas lhes pedindo novidade.
              Ainda desconfiado, porque já houve pessoas que bateram em meu portão, se aproximaram e pediram dinheiro, comida e até orientações, na verdade, todos eles queriam me orientar, porém será necessário mais do que conselhos e exemplos de bons samaritanos. Vai ser preciso dar-me carinho e atenção, meu despertador sem barulho. Para essas, estou de braços abertos e preparado para ouvi-las e só ouvir, elas precisam de atenção também. Vou encostar meu senso crítico, aliar-me e contribuir compartilhando esta minha fase proveitosa no âmbito pessoal e profissional. Estou empenhado em meus projetos, egoístas, todavia sempre cabe uma exceção. É verdade, contudo gostaria de conciliar motivação com planejamento e estudo, essenciais para traçar novas metas consistentes e rentáveis. Então aprendi: Nada é perder tempo, tudo vale a pena se souber aproveitar!
            De agora em diante, vou deixar que meus antissentimentos me guiem. Oxalá que o planeta precise de pessoas como eu que percebem as necessidades que as pessoas têm de se sentir úteis, além da suposta perturbação: fazendo algumas doações ou arrecadando doações. Ganhei aquela manhã como uma recompensa de minha contínua busca de autoconhecimento e compreensão das razões do ser humano, que tanto precisa de amor. Já que é assim, vou fazer deste dia que começou ali ótimo para estudos, basca de informações, reuniões, ajustes e esclarecimentos em geral. Vou aproveitar para me articular com as pessoas do meu interesse, trocar ideias. De noite, talvez eu chame os amigos para um encontro lindo em casa. Tudo faz parte...!
Kllawdessy Ferreira


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Enviado por Kllawdessy Ferreira em 01/11/2016

Reeditado em 01/07/2017
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